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Estudar fora da cidade, do estado ou até mesmo do país natal é algo cada vez mais comum na vida de atores iniciantes. Isso porque, nem todas as pessoas nascem no centro de ebulição da sua área de atuação. Infelizmente, muitos atores e atrizes não têm condições de se manter em uma universidade ou escola de teatro, cinema ou TV. Nestes casos, é vantajoso investir em palestras, oficinas e workshops de curta duração com profissionais de grandes centros artísticos como Rio de Janeiro e São Paulo.
Os eventos têm se tornado uma medida cada vez mais frequente para economizar dinheiro, diferente da mudança brusca e cara para outras cidades. Ainda assim, o intercâmbio é muito importante não só em relação ao aprendizado com profissionais renomados, mas também pela troca cultural.
Nas artes podemos nos deparar com diversas “escolas” marcadas pelo regionalismo. No Brasil, encontramos uma tendência ao teatro amador da Bahia, que nos trouxe astros como Wagner Moura, Lázaro Ramos e Vladimir Brichta, e o Rio Grande do Sul, com grande relevância na sétima arte com as produções da Casa de Cinema de Porto Alegre. Temos também o cinema, com filmes arrasa-quarteirão, e teatro, com o boom dos musicais, mais comerciais feitos no eixo Rio-São Paulo.
Para o ator, mais do que qualquer outro profissional, é importante estudar e conhecer o outro. E o intercâmbio propiciado por workshops em outros estados é a melhor maneira de se chegar a esse objetivo.
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